Substantivos Biformes e Substantivos Uniformes
Substantivos Biformes (= duas formas): ao indicar nomes de seres vivos, geralmente o gênero da palavra está relacionado ao sexo do ser, havendo, portanto, duas formas, uma para o masculino e outra para o feminino. Observe:
gato - gata
homem - mulher
poeta - poetisa
prefeito - prefeita
Substantivos Uniformes: são aqueles que apresentam uma única forma, que serve tanto para o masculino quanto para o feminino. Classificam-se em:
Epicenos: têm um só gênero e nomeiam bichos.
Por exemplo:
Sobrecomuns: têm um só gênero e nomeiam pessoas.
Por exemplo:
Comuns de Dois Gêneros: indicam o sexo das pessoas por meio do artigo.
Por exemplo:
Saiba que:
- Substantivos de origem grega terminados em ema ou oma, são masculinos.
Por exemplo:
- Existem certos substantivos que, variando de gênero, variam em seu significado.
Por exemplo:
o capital (dinheiro) e a capital (cidade) |
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Estejam sempre atentos as regras!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
DICA :
Emprego do –são, -ção, -ssão
Muitas palavras têm o mesmo som mais é escrita diferente e também muitas palavras tem sons diferentes mais é escrita da mesma forma. Um exemplo para provar que tem palavras escritas diferentes com o mesmo som é o emprego do –são, -ção, -ssão que são escritas diferentes com o mesmo som. Por causa disso muitas pessoas têm dificuldade de escrever certo. Vamos ver agora como é possível diferenciar a forma que cada uma é escrita.
Só se usa –são quando o verbo contem em uma parte do radical as letras –rt- e –nd-. Quando o verbo tem essas duas consoantes juntas é só tira a segunda e depois colocar o -são. Exemplo: divertir-diversão, compreender-compreensão
Quando o verbo termina com ter, se usa o –ção. Tira o r do ter e coloca o –ção. Exemplo: obter-obtenção.
Para usar o –ssão é preciso que o verbo exista –ced-, -gred- ou –prim-. Exemplo: suceder-sucessão, regredir-regressão, exprimir-expressão.
Então podemos concluir que cada um tem o mesmo som mais que é usado em momentos diferentes.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
MELHORIA DA ESCRITA: UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL
DIA APÓS DIA OS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA SE DEPARAM COM UMA GRANDE DIFICULDADE DOS ALUNOS BRASILEIROS: A ESCRITA.
EM MUITOS DESSES MOMENTOS NOS QUESTIONAMOS: DE QUEM É A CULPA? DO ENSINO INFANTIL? DO ENSINO FUNDAMENTAL? E NO ENSINO MÉDIO AINDA HÁ TEMPO DE RESOLVER OU AO MENOS AMENIZAR AS DIFICULDADES DOS ALUNOS?
NÃO PODEMOS NEGAR QUE A EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO! QUANTO ANTES VOCÊ TEM ACESSO AO CONHECIMENTO MAIS CEDO SE DESENVOLVE, ISSO NÃO É DIFERENTE NA ÁREA DE LINGUAGENS. A CRIANÇA APRENDE AQUILO QUE VÊ OU LHE É ENSINADO. SE OS PAIS TEM DIFICULDADE NA FALA A CRIANÇA ACABA ADQUIRINDO ESSE CÓDIGO DEFORMADAMENTE. ALÉM DISSO, MUITOS PAIS TÊM O HÁBITO DE FALAR "ERRADO" COM O FILHO, COM A DESCULPA DE QUE FALANDO CORRETAMENTE ELE NÃO APRENDERIA. PERCEBE-SE QUE NA VERDADE DESDE CEDO O SER HUMANO POR MUITAS VEZES É VISTO COMO INCAPAZ. PARA HAVER UMA REAL MUDANÇA NOS NÍVEIS DE ESCRITA EM NOSSO PAÍS É NECESSÁRIO QUE HAJA PRIMEIRAMENTE CONFIANÇA NA CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM DA PESSOA JÁ NA INFÂNCIA. ASSIM, A PESSOA SENTE QUE PODE CONTINUAR APRENDENDO. ATÉ PORQUE CONFIANÇA NUNCA É DEMAIS...
NÃO BASTA O DOCENTE ESTÁ ALI QUERENDO TRANSMITIR SEU CONHECIMENTO PARA O ALUNO E ELE NÃO SI SENTIR INTERESSADO. MAS, QUANDO AMBOS TEM O OBJETIVO DE CONSTRUIR CONHECIMENTO, TUDO FICA MAIS FÁCIL DE DAR CERTO NÃO ACHA?
ENTÃO, ASSIM COMO A VIDA, A APRENDIZAGEM TAMBÉM É UM PROCESSO QUE SI FAZ EM EQUIPE!
NÃO BASTA O DOCENTE ESTÁ ALI QUERENDO TRANSMITIR SEU CONHECIMENTO PARA O ALUNO E ELE NÃO SI SENTIR INTERESSADO. MAS, QUANDO AMBOS TEM O OBJETIVO DE CONSTRUIR CONHECIMENTO, TUDO FICA MAIS FÁCIL DE DAR CERTO NÃO ACHA?
ENTÃO, ASSIM COMO A VIDA, A APRENDIZAGEM TAMBÉM É UM PROCESSO QUE SI FAZ EM EQUIPE!
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO
Certos
verbos ou nomes presentes numa oração não possuem sentido completo em si
mesmos. Sua significação só se completa com a presença de outros termos,
chamados integrantes. São eles:
complementos
verbais (objeto direto e objeto indireto);
complemento
nominal;
agente da passiva.
Complementos Verbais
Completam
o sentido de verbos transitivos diretos e transitivos indiretos. São eles:
1) Objeto Direto
É o termo
que completa o sentido do verbo transitivo direto, ligando-se a ele sem o
auxílio necessário da preposição.
Por Exemplo:
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Abri
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os braços
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ao vê-lo.
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Objeto Direto
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O objeto
direto pode ser constituído:
a) Por um substantivo ou
expressão substantivada.
Exemplos:
O agricultor cultiva a terra./ Unimos o útil ao
agradável.
b) Pelos pronomes oblíquos o,
a, os, as, me, te, se, nos, vos.
Exemplos:
Espero-o na minha festa. / Ela me ama.
c) Por qualquer pronome
substantivo.
Exemplos:
Não veio ninguém à aula hoje. / O
menino que conheci está la fora. / Onde você leu isso?
Atenção:
Em alguns
casos, o objeto direto pode vir acompanhado de preposição facultativa. Isso
pode ocorrer:
- quando o objeto é um substantivo próprio: Adoremos a
Deus.
- quando o objeto é representado por um pronome pessoal oblíquo tônico: Ofenderam a
mim, não a ele.
- quando o objeto é representado por um pronome substantivo indefinido: O
diretor elogiou a todos.
- para evitar ambiguidade: Venceu ao inimigo o
nosso colega.
Obs.: caso o objeto direto não viesse
preposicionado, o sentido da oração ficaria ambíguo, pois não poderíamos
apontar com precisão o sujeito (o nosso colega).
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Saiba que:
Frequentemente, verbos intransitivos, podem aparecer como verbos
transitivos diretos.
Por Exemplo:
A criança
chorou lágrimas doídas pela perda da mãe.
Objeto Direto |
2) Objeto Indireto
É o termo
que completa o sentido de um verbo transitivo indireto. Vem sempre regido de
preposição clara ou subentendida. Atuam como objeto indireto os pronomes: lhe,
lhes, me te, se, nos, vos.
Exemplos:
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Não desobedeço
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a meus pais.
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Objeto Indireto
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Preciso
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de ajuda. (Preposição clara "de")
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Objeto Indireto
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Enviei-lhe
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um recado.
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(Enviei a ele - a preposição a
está subentendida)
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Objeto Indireto
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Obs.: muitas vezes o objeto
indireto inicia-se com crase (à, àquele, àquela, àquilo). Isso ocorre quando o
verbo exige a preposição "a", que acaba se contraindo com a palavra
seguinte.
Por Exemplo:
Entregaram à mãe o presente. (à = "a" preposição + "a" artigo definido)
Entregaram à mãe o presente. (à = "a" preposição + "a" artigo definido)
Observações Gerais:
a) Pode ocorrer ainda o
(objeto direto ou indireto) pleonástico, que consiste na retomada
do objeto por um pronome pessoal, geralmente com a intenção de colocá-lo em
destaque.
Por Exemplo: As mulheres, eu as vi na cozinha. (Objeto Direto)
A todas vocês, eu já lhes forneci o pagamento mensal. (Objeto Indireto)
A todas vocês, eu já lhes forneci o pagamento mensal. (Objeto Indireto)
b) Os pronomes oblíquos o,
a, os, as (e as variantes lo, la, los, las, no, na, nos, nas)
são sempre objeto direto. Os pronomes lhe, lhes são sempre objeto indireto.
Exemplos:
Eu a encontrei no quarto. (OD)
Vou avisá-lo.(OD)
Eu lhe pagarei um sorvete.(OI)
Eu a encontrei no quarto. (OD)
Vou avisá-lo.(OD)
Eu lhe pagarei um sorvete.(OI)
c) Os pronomes oblíquos me,
te, se, nos, vos podem ser objeto direto ou indireto. Para determinar
sua função sintática, podemos substituir esses pronomes por um substantivo: se
o uso da preposição for obrigatório, então se trata de um objeto indireto; caso
contrário, de objeto direto.
Por Exemplo:
Roberto me viu na escola.(OD)
Substituindo-se "me" por
um substantivo qualquer (amigo, por exemplo), tem-se: "Roberto viu o amigo
na escola." Veja que a preposição não foi usada. Portanto, "me" é
objeto direto.
Observe o próximo exemplo:
João me telefonou.(OI)
Substituindo-se "me"
por um substantivo qualquer (amigo, por exemplo), tem-se: "João telefonou
ao amigo". A preposição foi usada. Portanto, "me" é
objeto indireto.
Importância do curso de Letras
Vive-se, hoje, a Era do Conhecimento, segundo declaram os especialistas. Contraditoriamente, é nesta Era que há o predomínio do uso da linguagem oral. Poucas famílias e organizações praticam a leitura de textos de qualidade. As bibliotecas são, quase sempre, visitadas espontaneamente e como rito por poucos cidadãos. O encontro com o mundo dos livros, dos bons livros, tem se tornado privilégio de alguns. Na instituição escolar, a porcentagem dos que estudam é reduzida. Conseqüentemente, no mundo do trabalho, há escassez de profissionais qualificados tanto naquilo que é inerente à matéria especifica das letras quanto nas relações interpessoais de qualidade ética, emocional, afetiva, estética, sócio-ambiental.
Ler e escrever constituem-se em um dos caminhos para desenvolvermos a nossa capacidade de compreender tudo o que existe. Pela leitura e redação, podemos desenvolver a nossa capacidade de pensar, segundo exigências das linguagens próprias das relações formais. Esta é uma habilidade indispensável para sabermos formular e socializar idéias, propostas que agreguem as pessoas segundo objetivos a serem compartilhados, para que se tornem realidade.
Linguagem e pensamento desenvolvem-se paralelamente. Ler e pensar são dois domínios cada vez mais solicitados nas relações profissionais. Mas o que fazer para que se consiga domínio sobre a palavra, neste tempo de diversidade de linguagens? É fundamental que os meios de comunicação e as instituições educacionais promovam debates sobre esse problema. É preciso socializar a preocupação e, coletivamente, engendrar, instigar reflexões crítico-reflexivas a esse respeito, em busca do despertar da sociedade e dos atores sociais, quanto aos danos conseqüentes do despreparo generalizado relativo ao domínio da linguagem como elemento de libertação da criatura humana, pois como declara Clarice Lispector,ter domínio sobre a palavra é ter domínio sobre o mundo.
Procurando estar em consonância com as demandas do mundo moderno, o exercício dessas habilidades é a marca do curso de Letras da PUC Goiás.
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